Todo o humor incorporado na mente do próximo, decodifica um pedaço do corpo.
Vaporizando todo e qualquer muro de bolhas, aguçadas pelo poder do esquecimento.
Tão poucos e tantos experimentos, parado na calçada escorrendo-se na vida de outros e poucos.
Abafando-se com papéis de vidro, não se ouve sinceridade, e da próxima vez uma desculpa, e a verdade sai.
Aproximando-se do sol pela esquina, fazendo deveres em doses menores, encontra-se um mar de músicas incandescentes.
Emulsando microparticulas em um meio aquoso, ao contrário, de cabeça para baixo, começa a resistência primária,
Sem ponto de retorno, sobrecarga total, desistindo e apreciando cada minuto disso.
E mesmo no meio do fluxo do tempo, olhar em volta apatia as danças e redondo não é o corpo.